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Especial 20 anos por 20 fãs | Entrevista - #9 Carlos Felipe


Após um mês de descanso estamos voltando com nossos projetos em comemoração aos 20 anos da franquia Tomb Raider. Um deles é o projeto ''20 anos por 20 fãs'' que volta hoje com mais uma entrevista com um fã brasileiro de Lara Croft.

Carlos Felipe é paulista e tem 24 anos. Lara é bem presente em sua vida e ele vai nos contar como a conheceu e o quanto representa.

Confira a entrevista:

Universo Croft - ''Quando foi que você conheceu a série?''

Carlos Felipe: Eu conheci a série em meados de 1997. Era mais um dos dias da minha infância na qual eu estava indo visitar meus primos no bairro vizinho, e claramente meu intuito era brincar e correr pelo jardim com eles.

Porém, quando logo chego à sua casa, eu o vejo em seu quarto jogando um game que me atraiu de primeira. Era um cenário detalhado, com paredes descascando, mercenários e cães de guarda na ativa, e um barco nas proximidades!

Essa fase claramente era ‘’Venice’’ do game ‘’Tomb Raider 2 (1997)’’.

E o melhor? O melhor foi a personagem que ele estava tendo controle.

Uma mulher linda, com um visual fantástico. Sério! Aquele short marrom, regata azul, botas, mochila, luvas, tranças e pistolas duplas (e pasmem, com munição ilimitada), ela era muito bad-ass e me fez ter os olhos brilhando, e eu só queria saber qual era o nome daquele título,  já que eu queria voltar logo pra minha casa e pedir para minha mãe que comprasse o quanto antes aquele ‘’Tomb Raider’’. Sai da casa do meu primo maravilhado, ao som dos violinos do tema ‘’Venice’’ em minha cabeça ainda.

Engraçado é que na mesma semana minha mãe apareceu sim o jogo de PlayStation, para meu desapontamento (e por eu nem ter conhecimento na época de haviam lançados mais títulos sobre) ela me traz ‘’Tomb Raider (1996)’’.

Eu fiquei muito frustrado na época, não entendi do porque dela ser feia e não ter tranças (risos), deixei de lado e peguei emprestado a cópia do segundo game com meu primo (até hoje não devolvi!) e desde então, foi amor à primeira vista, e joguei em sequência todos os jogos lançados!


UC - ''Você é #TeamCore ou #TeamCrystal?'''

CF: Engraçado que essa semana mesmo em algum grupo do Facebook eu vi esse debate.
E ainda mantenho a mesma posição que tive em meu argumento; Guerras de fãs sobre qual é melhor, eu não concordo. Acho desnecessário.

O importante acima de tudo é sabermos aproveitar os títulos lançados, e convenhamos... Quanto mais Lara, melhor.

Mas não vou ficar no meio muro. Sou #TeamCore, sim.

Todos tem um mérito. Porém, foi a Core Design quem foi capaz de deixar a Lara destacada entre os diversos jogos nos anos 90, com bom enredo, bons gameplays e puzzles dos mais variados possíveis, e as raízes da Lara Croft foi se formando por lá.

Raiz essa que fez homens e mulheres, se apaixonarem simplesmente pela Croft.

E respeito também a Crystal.

Para mim, ela cometeu sérios deslizes na trilogia inicial (Legend, Anniversary e Underworld) sendo que para mim, os piores jogos da franquia são esses três realizados.

Mas agora ela se reergueu definitivamente reiniciando (novamente) a franquia, mas numa boa direção e, é a responsável de estar deixando novamente o nome ‘’Tomb Raider’’ popular e na boca do povo, tentando limpar e corrigir deslizes do passado.


UC - ''Entre os jogos clássicos, qual é o seu preferido? E entre os atuais?''

CF: Sempre considerei essa pergunta um sacrifício de se responder!

Todos os games tem altos e baixos.

Mas, entre os jogos clássicos está com certeza ‘’Tomb Raider 2’’, o que para mim é o melhor da franquia, desde enredo, vilão e trilha sonora. Assim como ele fica lado a lado de ‘’Tomb Raider: The Angel of Darkness’’. Sim, sei que ele não foi tão bem executado, mas o projeto e as ideias eram esplêndidas, e mesmo saindo num formato inacabado e com diversos bugs, eu ainda como fã vejo um potencial tão grande nele, que as falhas e problemas ao longo do gameplay não conseguem me fazer odiá-lo jamais.

E, entre os atuais, eu fico com o reboot, ‘’Tomb Raider’’ (2013).

O reboot apesar de muitos fãs falarem que ‘’não é mais Tomb Raider’’, eu ainda vejo uma esperança nele, fora que o gameplay é simplesmente fantástico e de cara ele já nos dá uma história muito bacana de sobrevivência, forçando a novata Lara a decidir a simples questão ‘’Ou eu morro, ou eu mato’’.
Foi sim uma apresentação digna e um retorno que agradou o público e teve uma alta aceitação. Retorno grandioso esse que eu esperei na trilogia iniciada em 2006 mas não senti e (novamente reforço isso) odeio!


UC - ''Gostou da ''nova Lara Croft'' com o reboot de 2013?''

CF: Sabe aquele bolo ruim que você fez e não deu certo?

E, alguém vem com um pote imenso de Nutella e joga por cima e você só sente o gosto bom daquele chocolate?

Pois bem, o reboot foi isso.

Nos fez digerir o passado que já tinha desandado algumas vezes.

Primeiramente, para mim, infelizmente (ou felizmente, se for lembrar de alguns jogos da franquia) tudo que era do passado, ficou claramente no passado.

O que vai vir a seguir, é o desenvolvimento de uma jovem, chamada Lara Croft que terá aos poucos sua essência que eventualmente remeterá ao passado. Nada além disso.

Críticas sobre a personalidade da ‘’nova’’ Lara Croft tem em todo canto, especialmente para os fãs old-school.

Mas eu ainda sou um desses fãs, e dei uma chance para essa nova versão. Mudanças são boas. Mudanças são necessárias. Acho que não tivemos oportunidade suficiente de ver como funciona a mente dessa jovem Croft. Já que no primeiro título ‘’Tomb Raider’’ (2013), ela nos é apresentada, mas numa situação limite, em que a cada passo falso na ilha, tem chance de morrer. Fora a culpa de tê-los levado até Yamatai, e sua cobrança constante em querer salvar todos, e claro, Sam, cuja está em situação pior ainda. Fazer parte de um ritual.

A ação tinha que ser frenética. O mistério debaixo de cada pedra era constante sim.
Mas ela superou tudo, e ao partir da maldita ilha, olhando o diário com as diversas anotações de seu pai com localizações e mistérios, ela se cobra por não ter acredito nele, e afirma que não está voltando para casa e vai atrás de novos ares.

E eis que nos surge ‘’Rise of the Tomb Raider’’ (2015/2016), na qual Lara sabe no que está se metendo, os riscos que está tomando, está mais preparada (tanto emocionalmente como visualmente), e ao longo da história vemos o brilho dos olhos de uma teimosa que sabe e até confirma, que não faz isso apenas pelo seu pai, mas por gostar do que faz. Essa mesma teimosia que fez nossa Croft antiga ir atrás da Adaga de Xian, Artefatos de Meteorito, Pedra Filosofal, Scion, e até mesmo mexer no amuleto de Hórus e fazer correr o risco do mundo acabar.

Está cedo ainda para apontarmos dedo sobre sua personalidade e a forma com que a história está sendo contada, mas ela está achando um rumo. As explorações estão chegando cada vez mais. Assim como as tumbas. O que peca atualmente ainda assim, é uma história um pouco fraca e não tão bem desenvolvida e com reviravoltas.

Eu amo e defendo essa nova versão sim, afinal, ainda assim é a nossa Lara Croft de sempre, porém jovem. E pelo rumo que andam direcionando ela, ela vai se sair bem.

Basta cruzar os dedos, e esperar pelo próximo jogo que é o fim dessa trilogia, e os próximos.


UC - ''O que você achou da escolha de Alicia Vikander para viver Lara Croft nos cinemas?''

CF: O interessante é que semana passada eu assisti ao filme ‘’Ex-Machina’’, tanto pelas críticas positivas tanto quanto pela própria Alicia. Foi o primeiro e único contato (até então) que tive com a atriz, e achei que ela teve um desempenho genial e uma naturalidade bela de se ver em cena.

Passando de momentos na qual vemos uma moça frágil, assim como determinada e talvez perigosa.
Eu tentei mesclar e imaginar por cima, como seria uma Lara Croft em cena e gostei do que vi.
Alicia se tiver um bom empenho na atuação e estudar sobre a personagem, acho que ela vai ser imbatível.

E olha que digo isso mesmo amando a atuação de Angelina Jolie, e gostando dos dois títulos lançados. Porém como os próprios jogos passam para uma renovação, uma reinvenção, estava na sua devida hora para Lara surgir agora nas telas, e conseguir atrair mais ainda seu público e apresentar sua nova história.


UC - ''O que você acredita que tenha te atraído na franquia?''

CF: A Lara Croft em si (risos).

Soa ser uma resposta óbvia? Sim!

Mas ver aquela mulher no jogo, e ter controle dela, a sensação de que você poderia fazer tudo pelo cenário, enfrentaria tudo, era única. Eu era imbatível com a Lara Croft em mãos. O amor pela exploração, os puzzles, a arqueologia em si que é um assunto no qual eu sempre amei desde criança, os cenários grandiosos, e... Vale ressaltar um dos pontos mais chamativos até hoje; a trilha sonora.
O trabalho feito por Nathan McCree, admito, foi um dos responsáveis por ter amado a franquia inicialmente.

O silencio nos momentos certos. As batidas agitadas nas fases de ação. O violino discreto em fases calmas. Tambores e todos os instrumentos usadas em fases no meio da floresta. Esse cara é genial e sempre irá merecer um mérito e ter seu nome mencionado quando o assunto ‘’Tomb Raider’’ vier à tona.


UC - ''O que espera de novidade para a comemoração dos 20 anos até o fim do ano?

CF: No começo desse ano quando não haviam mais notícias se quer do lançamento de ‘’Rise of the Tomb Raider’’ para PlayStation 4, eu acreditava que tudo estaria mais morno do que nada. Honestamente eu fiquei decepcionado com a comemoração que foi feita na estante da E3 nesse ano de 2016. Uma reunião com alguns fãs relembrando as melhores tumbas já passadas, não era tão digno ainda quando se trata de 20 anos na costa de fãs como eu.

A comunidade dos fãs ansiava por mais jogos, informações.

Eu torcia para mais um ‘’Lara Croft Go’’ especial contendo fases do passado, ou, um na linha do ‘’Lara Croft and the Temple of Osíris’’, repassando por cenários clássicos, ou os jogos antigos em edição HD relançados para os consoles da nova geração.

Porém, com a confirmação da edição de 20 anos de aniversário, acredito que a Square fez um, dos vários trabalhos que poderia ter feito, e dessa vez acabou incluindo skins, uma vestimenta baseada em ‘’Tomb Raider 3: Adventures of Lara Croft’’ (1997), e a presença garantida da Mansão Croft que por sinal, felizmente perdeu um pouco das raízes da trilogia lançada já pela Crystal (Legend – Anniversary – Underworld), mesclando o antigo com o novo, onde já se deu para ver referências nostálgicas ao ‘’Lara’s Home’’ da sua época clássica.

Fora a confirmação do concerto com o grande, Nathan McCree. Mas... Eu ainda como fã, estou contente claro, aguardando o lançamento de Rise, mas como brasileiro, estou cruzando os dedos aguardando mais uma revelação surpresa, afinal não é todo dia que uma franquia bem sucedida comemora seus 20 anos.

Muito obrigado Carlos. Na próxima semana algumas entrevistas serão lançadas e esperamos contar com vocês!
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Audrey Santos

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