Especial 20 anos | Tomb Raider 7 - Legend


Após o lançamento de 'The Angel of Darkness' e o forte apelo negativo que o jogo trouxe devido as várias complicações e imperfeições no desenvolvimento que atrapalharam demais a jogatina, a franquia estava quase no fundo do poço.

Desesperada pra tentar contornar essa situação, a Eidos Interactive só viu uma única saída... mudar a desenvolvedora. A Core Design que desde 1993 vinha por trás da franquia, foi trocada por uma subsidiária da empresa, a não tão desconhecida Crystal Dynamics.

A nova desenvolvedora que tinha o árduo trabalho de reavivar a franquia passou mais de um ano apenas lendo em fóruns, pedindo opiniões dos fãs sobre o que e como gostariam que Lara voltasse no próximo jogo.

O resultado de toda a pesquisa com os fãs resultou no sétimo jogo oficial da franquia, o Tomb Raider: Legend. Ele que por sua vez foi anunciado como um reboot na franquia, trouxe tudo o que os fãs esperavam na época. Muita ação, tiroteio e exploração.

Parecia que seria o jogo perfeito, mas Legend ao contrário de seu significado ficou longe de se tornar uma lenda.

Com uma campanha extremamente curta, o jogo que tinha tudo para se tornar o ápice da volta da personagem foi mediano, mas por uma opção da Crystal Dynamics de querer entregar um jogo sólido e mesmo que sendo curto demais, os fãs aprovaram e aceitaram a ideia de que Lara Croft estava de volta.



Assim como Toby Gard, o criador dela também estava de volta na produção do jogo, o que trouxe muito mais credibilidade para a novata Crystal Dynamics perante aos fãs.

O jogo contava com 8 tipos de inimigos diferentes e 3 tipos de animais. Apesar de não haver muita diversidade, tudo funcionou bem para a proposta apresentada.

Tomb Raider: Legend teve uma média de 5 milhões de cópias vendidas e era apenas o início de uma trilogia que os fãs nem se quer imaginavam que estava apenas começando.
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Sobre Audrey Santos

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